Parashá
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יוֹם הַשּׁוֹאָה וְהַגְּבוּרָה
Yom haShoá vehaGuevurá
Dia da Catástrofe (Holocausto)

O dia de memória das seis milhões de vítimas do genocídio nazista — e, como o nome completo insiste, do heroísmo: a data escolhida (27 de Nissan) aproxima-se do levante do Gueto de Varsóvia. Em Israel, a sirene para o país por dois minutos; nas comunidades do mundo, acendem-se seis velas, leem-se nomes, ouvem-se as vozes de sobreviventes — e, cada vez mais, de seus filhos e netos, guardiões da memória.

A guevurá lembrada não é só a armada: foi heroísmo manter dignidade, esconder crianças, ensinar Torá, escrever diários, partilhar pão. A tradição judaica transformou memória em mandamento — zachor — e a leitura liberal extrai suas consequências universais: "nunca mais" vale para todo genocídio, e a lembrança obriga a vigilância contra a desumanização de qualquer povo, começando pela linguagem.

Aparece em
Século XX
Etimologia
Origem hebraica
שׁ־א־ה (sh-a-h): Devastar; ruína, catástrofe.
ג־ב־ר (g-v-r): Ser forte, prevalecer; herói.
Como em:Gavriél
Conexões
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Calendário
Yom haZicarónA semana da memória no calendário israelense
NissanSéculo XX — 27
Trilhas de estudo
Lembrar para não repetir

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