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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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יוֹם יְרוּשָׁלַיִם
Yom Yerushaláim
Dia de Jerusalem

Comemora a reunificação de Jerusalém em junho de 1967, quando a Cidade Velha e o Kótel voltaram a ser acessíveis a judeus após dezenove anos. Para quem viveu aquele momento, a emoção foi oceânica: a cidade rezada por dois mil anos — "no ano que vem em Jerusalém" — de novo ao alcance.

É também uma data politicamente sensível, e a leitura liberal não finge que não: Jerusalém é santa para três religiões e amada por dois povos, e celebrá-la de forma triunfalista trai sua vocação. Muitas comunidades progressistas marcam o dia com estudo e com a prece que o nome da cidade contém — ir shalem, cidade da paz, ainda por completar: "pedi a paz de Jerusalém".

Aparece em
Século XX
Etimologia
Yerushaláim: etimologia debatida
Conexões
Calendário
Yom haAtsmaútDa independência (5 de Iyar) a Jerusalém (28 de Iyar)
IyarSéculo XX — 28
Dia"Dia de Jerusalém"
TemploA cidade e o Muro reunificados em 1967