Um ano, muitas festas.
Yoná é o profeta que foge da própria missão: chamado a pregar em Nínive, cidade inimiga, embarca na direção oposta, é engolido por um grande peixe e acaba cumprindo — a contragosto — o chamado. Para sua frustração, a cidade se arrepende e é perdoada.
Lido na tarde de Yom Kipúr, o livro ensina que a teshuvá (retorno, transformação) está aberta a todas as pessoas, mesmo às inimigas — e que a compaixão divina não conhece fronteiras. Uma das mensagens mais universalistas do Tanach, com um toque de humor.
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