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Parashá

O ciclo do ano

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As 54 parashiot, livro a livro

Para a psique judaica, as narrativas da Torá não são apenas histórias sobre um passado distante. Elas constituem um campo permanente de interpretação: seus personagens, acontecimentos e imagens continuam sendo relidos à luz de novas perguntas e experiências.

Calendário

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Sincronização calendárica
Os meses hebraicos e os civis lado a lado, com as parashiot e as festas
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Ciclo da Parashá – —
as 54 parashiot · em destaque, o mês acima
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יוֹנָה
Yoná
Jonas

Yoná é o profeta que foge da própria missão: chamado a pregar em Nínive, cidade inimiga, embarca na direção oposta, é engolido por um grande peixe e acaba cumprindo — a contragosto — o chamado. Para sua frustração, a cidade se arrepende e é perdoada.

Lido na tarde de Yom Kipúr, o livro ensina que a teshuvá (retorno, transformação) está aberta a todas as pessoas, mesmo às inimigas — e que a compaixão divina não conhece fronteiras. Uma das mensagens mais universalistas do Tanach, com um toque de humor.

Aparece em
Neviím
Etimologia
Etimologia debatida.
Conexões
Eventos e episódios
FugirO único que foge de Deus ()
DescerDesce a Yafo, ao porão, ao fundo do mar
Conceitos relacionados
HaftaráLido como haftará
Leituras e festas
Yom KipúrLido à tarde: a teshuvá aberta a todas as pessoas — até Nínive
Estrutura
Neviím
Roteiros de estudo
A partidaArDiscutir com DeusDas corbanót no Templo à tefilá