Um ano, muitas festas.
Zecharyá encorajou a comunidade que reconstruía o Templo após o exílio, com visões noturnas cheias de símbolos — entre elas a menorá dourada, lida na haftará de Chanucá com a frase-síntese: "não pela força, nem pelo poder, mas pelo meu espírito".
Suas imagens de esperança são ternas e concretas: praças de Jerusalém cheias de pessoas idosas e de crianças brincando. E sua visão final — "naquele dia Adonai será um, e seu nome, um" — encerra até hoje o Alêinu, em cada serviço religioso.
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